Da bandeira modernista ao estandarte nacional

Notas sobre o percurso do modernismo paulista entre os anos 1920 e 1940

Autores

  • Vera d'Horta

Resumo

Este artigo descreve os processos de reconfiguração do modernismo paulista, desde sua fase inicial iconoclasta e interessada na ruptura com o passado até um segundo momento em que se observa um desejo acentuado em estabelecer diálogos com o público e em investigar as características da sociedade brasileira. Para tanto, parte-se de análises de textos deixados por alguns dos principais nomes do movimento e, sobretudo, da observação e interpretação de três obras fundamentais do modernismo paulista, A Negra (Tarsila do Amaral), Bananal (Lasar Segall) e Mestiço (Candido Portinari). 

Biografia do Autor

Vera d'Horta

Doutora em História da Arte pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo, mestre em Filosofia pela Universidade de São Paulo e jornalista pela Cásper Líbero. Coordenou o Setor de Pesquisa em História da Arte do Museu Lasar Segall, de 1984 a 2014.

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Publicado

2026-03-06

Como Citar

d’Horta, V. (2026). Da bandeira modernista ao estandarte nacional : Notas sobre o percurso do modernismo paulista entre os anos 1920 e 1940. Revista Do Museu Lasar Segall, 1. Recuperado de https://museulasarsegall-revista.museus.gov.br/index.php/revistasegall/article/view/29